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quarta-feira, 17 de julho de 2013

De volta à leitura: Jane Austen, Nicholas Sparks e... Sidney Sheldon




Sabem aquela história de não julgar um livro pela capa? Pois é, eu sou dessas. Também não costumo julgar um autor por apenas um livro. E por que estou falando disso agora? Bem... há alguns meses eu participei de uma blogagem coletiva sobre meu autor favorito. Na época, falei sobre minha paixão pela literatura de Sidney Sheldon e, por fim, acabei conhecendo a obra de dois outros autores: Jane Austen, através do livro Orgulho e Preconceito, que ganhei da Alê Lemos, e Nicholas Sparks, que prometi ler pela sugestão da minha amiga Lu. Deste eu adquiri dois livros, mas até agora só li “Uma curva na estrada”.

Pois bem, li os dois livros. E como eu disse, não vou dizer que os autores são maravilhosos ou péssimos por conta da única experiência que tive com ambos. O que posso dizer é que um autor me prendeu mais do que o outro. Quanto ao drama narrado por Nicholas Sparks, achei sua linguagem fácil e bem leve, gostosa de ler, mas confesso que senti um pouco de tédio durante a leitura, acho que o motivo foi a expectativa que criei, a cada página eu ficava esperando acontecer alguma coisa na estória mas, apesar de ser um lindo romance, não fiquei apaixonada por nenhum dos personagens, o desenrolar do livro me apresentou pouca emoção. Não me sensibilizei com perdas, não senti ódio de vilões e nem pena dos mocinhos, enfim, não consegui viver a história do livro.

Cheguei a pensar que era culpa minha, aliás, essa possibilidade ainda não foi totalmente descartada, que talvez eu tenha perdido a capacidade de me entregar à leitura, que talvez o fato de ter passado um tempo com “a cara enfiada” apenas em livros jurídicos tivesse acabado com a minha sensibilidade. Se isso realmente aconteceu, fico preocupada, juro. Mas, por outro lado, tem o livro da Jane (ishi... já me senti íntima? Sou muito dada mesmo, credo!).

Bem, o que dizer de Orgulho e Preconceito? Foi um livro de leitura difícil, eu diria até pesada para quem estava com aquela preguicinha mental de quem retorna ao hábito da leitura. Confesso que levei bastante tempo para terminar as mais de 380 páginas, bem mais tempo que o normal. Principalmente no começo, talvez eu estivesse com um pouco de má vontade, mas, ao contrário do que aconteceu com Uma Curva na Estrada, fui me envolvendo com os personagens de Orgulho e Preconceito e formando minha opinião sobre cada um deles. Comecei a admirar a personalidade forte de uma moça, a sentir raiva de uma outra boazinha demais (Eh, sou dessas que odeia as boazinhas de novela mexicana), a torcer pela felicidade de um casal e até mesmo esperar pelas sacadas geniais do pai nos momentos mais inesperados. Senti muita vontade de bater em algumas pessoas do livro ou de, simplesmente, fingir que não estava lendo isso ou aquilo. No final, achei mais a leitura mais divertida.

Enfim... como ainda tenho mais um romance de Nicholas Sparks aqui para ler, não vou emitir uma opinião definitiva sobre ele, até porque eu li coisas boas e ruins sobre esse autor e gostaria de falar com mais segurança. Quanto a Jane Austen, fico com a boa impressão que tive à primeira vista. Muito embora não esteja nos meus planos atuais comprar outra obra sua, a porta está super aberta para uma futura aquisição.

E enquanto isso, resolvi dar uma olhada no livro O Plano Perfeito, de S.S, que já tinha comprado e estava sem tempo para ler. Desculpem a minha parcialidade, gente, mas de ontem para cá, já devorei o livro inteiro, afinal... O drama não é nada tedioso e nem previsível. Além disso, tem elementos que me prendem com muita facilidade: Dinamismo, suspense, inteligência (característica marcante das personagens deste autor) e um gostinho de quero mais a cada página. Pronto, falei.

Bjus, amigos, e até a próxima.


3 comentários:

  1. Son autores que desconozco pero tu reseña me ha gustado para empezar a leer alguno de sus Libros.
    ¡¡¡Gracias por compartir!!!
    Abraços.

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  2. Valquíria,
    Eu dos 3 autores citados, prefiro o Sidney Sheldon e já li todos os livros dele, embora meus colegas letrados, virem a cara para ele, por ser uma literatura "povão". Tô nem aí e se tiver oportunidade leia o livro dele "Se houver amanhã". Talvez so encontre em sebos, mas vale a pena, já que quando escreveu o romance não havia tecnologias para facilitar a imaginação.
    bjkas doces.

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  3. Olá Valquíria:
    Somos colegas de leitura, amantes (no bom sentido, rsrsrsrs) de Sidney Sheldon e de profissão.
    Me surpreendi ao ler seu comentário lá no meu blog, que seguiu a carreira jurídica, por conta de um dos livros dos Sidney Sheldon.
    Também faço Direito e já estou de saco cheio de ler apenas em livros jurídicos, principalmente por conta do próximo exame da OAB.
    E você, já prestou o exame??? Passou????
    Eu não vejo a hora de me livrar dessa fase e encerrar essa etapa da minha vida.
    Bjs.:
    Sil
    http://www.meusdevaneiosescritos.blogspot.com.br/

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